Pai Natal, se existes e não me gozas por isto, dá-me um poder mágico. Um que possa usar quando o cansaço me vence, a dor me atira para a tristeza, as dificuldades me abatem. É só um, não peço muito. Se mo concederes, serei capaz de não desistir, de sorrir entusiasmada. É só um. Se não deres, não me zangarei contigo. Continuarei a usar o que sei ― o dom de nunca desanimar mais do que alguns minutos. Margarida Fonseca Santos , 56 anos, Lisboa Escritiva nº 6 - poderes mágico