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A mostrar mensagens com a etiqueta desafio nº 14

Margarida Fonseca Santos - desafio 14

Quando me pediram o texto sobre os direitos da criança, para um livro solidário, aceitei logo. Alguns já haviam sido atribuídos. Consultei o que sobrara: 3º Princípio  – Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade. Senti o corpo a vergar-se por dentro. Havia crianças sem nome?! Para além das fugas, países em guerra, também podiam ter ficado sem nome? Escrevi o conto: «Um nome, um sentido», uma pequena forma de homenagear todas as crianças. Margarida Fonseca Santos , 56 anos, Lisboa Escritiva nº 14   – direitos da criança

Susana Santos - desafio 14

Chamo-me Cristina, tenho 7 anos e passei uma belíssima manhã primaveril, realizando um terrorífico teste de matemática! Que crueldade! Ontem, a professora apresentou-nos a Declaração dos Direitos das Crianças. Eu, possuidora de uma mente brilhante, recordo-me que o 4° princípio advogava que as crianças deveriam beneficiar de adequada alimentação, habitação, recreio e cuidados médicos. Eu abomino a prisão carrasca da escola; testes provocam stress. Quero viver no recreio, alimentando-me de gelados. Respeitem os meus direitos, adultos tiranos! Susana Sofia Miranda Santos , 38 anos, Porto Escritiva nº 14   – direitos da criança

Andrea Ramos - desafio 14

O princípio nº 7 - Direito à educação (…) Não te deixaram brincar. Queriam fazer-te homem à força. (Ninguém tinha esse direito!) Direitos tinhas tu e não o sabias. Limitavas-te a obedecer. Roubaram-te os sonhos. A força do trabalho adquiriste-a e sem perceber que não podias ter as regalias de adulto, amuavas. E sempre que isso acontecia castigavam-te – «não vais à escola!» Mas houve alguém que te amou desde o início e cuidou de ti. Por isso, observa o mar, brinca na areia e sonha acordado! Andrea Ramos , 40 anos, Torres Vedras Escritiva nº 14   – direitos da criança

Andrea Ramos - desafio 14

Princípio 6.º  - A criança precisa de amor e compreensão Minha filha rodeava-te o jardim da vida, em tardes amenas gostavas de lá passear, cantando as melodias que te ensinei. Não precisavas de mais nada. Colhias flores para me dar fingindo que era a primeira vez que o fazias. E eu acreditava nisso! Depois deitavas-te no chão dizendo que céu te causava paixão. Compreendia-te! A tua singularidade cativava toda a gente. Perguntavam-me porque os teus olhos brilhavam. E eu respondia que o amor te fazia crescer alegremente.  Andrea Ramos , 40 anos, Torres Vedras Escritiva nº 14   – direitos da criança

Rosa Lino - desafio 14

Sou a Helena, tenho sete anos de idade e sei que tenho direitos. Sei que o Sr. Presidente sabe a importância destes direitos. Como criança, tenho direito à educação, à alimentação e à diversão. Mas também tenho o direito a descansar! Já há um tempo que não consigo descansar em paz, devido a alguns vizinhos estarem sempre a fazer festas! Como criança, tenho direito a dormir bem, para ter um bom crescimento e também uma boa saúde. Rosa Lino , 15 anos, SA College, África do Sul, prof Margarida Sousa Escritiva nº 14   – direitos da criança

Gonçalo Santos - desafio 14

Todos nós temos uma criança dentro de nós, por isso eu acho que devo ter uma dentro de mim. Eu acho que todos devemos ter um direito. Então, eu um dia estava a escrever e achei que o direito que todos nós devíamos ter era sermos felizes. Porque há muita guerra e há tempos deu uma notícia que uma criança síria tinha ficado em mau estado porque houve uma derrocada. Eu acho que ela deveria ser feliz… Gonçalo Santos , 6º ano - turma A, 11 anos, Olhão, EB23 Prof Paula Nogueira, prof Cândida Vieira Escritiva nº 14   – direitos da criança

Teresa Flores Palacios - desafio 14

Embora tivesse apenas 8 anos, ela sabia que alguma coisa não batia certo. Ela tinha sempre que permanecer em casa, aborrecida fazendo as suas tarefas, lendo, estudando e via que o irmão mais novo tinha sempre tempo para os jogos, para lanchar. Era injusto! Por este motivo, decidiu ir com audácia ao escritório da diretora do colégio e com uma severa intervenção, digna de um advogado, proclamou: tenho o direito de brincar, não mais deveres, por favor. Teresa Flores Palacios, 21 anos, Salamanca, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 14   – direitos da criança

Diogo Carrada - desafio 14

Eu conhecia perfeitamente os meus direitos, apesar da idade, ninguém me conseguia convencer de que não me podia destacar. Por isso, quando fui a casa da minha avó percebi que estava rodeada de jovens universitários que adoravam prendas, noitadas e música aos berros. Não hesitei um momento: peguei no telefone e marquei o número exato para poder reclamar os meus direitos: ― Sim, é da polícia? Senhor agente chamo-me Diogo, tenho 11 anos e tenho direito a destacar-me. Diogo Carrada , 6A, 11 anos, Olhão, EB23 Prof Paula Nogueira, prof Cândida Vieira Escritiva nº 14   – direitos da criança

Maria del Carmen Barroso - desafio 14

Ia dar um passeio com a minha família e vi um roubo a uma mulher idosa. Então disse ao meu pai isto e ele disse: “Mentira, eu não vi nada!”. Zanguei-me com ele porque quer ter sempre razão; pensa que as crianças nunca têm razão. No dia seguinte, na tv, vimos a notícia do roubo que eu presenciara; só então ele me pediu perdão, dizendo-me: “os pais não têm sempre razão, mas temos mais direito a tê-la. María del Carmen Hernández Barroso, 20 anos, Torrejoncillo, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 14   – direitos da criança

Ana Carmen García - desafio 14

Numa tarde de sábado, estava assistindo Superman. Como eu amo esse herói! Ele pode voar, têm raios-x... A sua única fraqueza é a Kryptonite. Mas, ainda assim, é o meu super-herói favorito! Gosto tanto de Superman que decidi mudar o meu nome para Superman. Assim, eu pedi aos meus pais se me deixavam. A sua resposta foi não! Insisti muito, mas nada! Zanguei-me por não me deixarem alterar o nome. Eu acho que tenho esse direito! Ana Carmen García, 19 anos, Salamanca, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 14   – direitos da criança

José Maria Collantes - desafio 14

O meu primo mais novo vem sempre passar as férias de Natal a casa dos meus avós. Como de costume, na escola as coisas não correm muito bem e tem sempre algum “assunto” pendente. Por isso, os pais dele obrigam-no a estudar e isso é algo que ele não entende porque acha que tem direito a desfrutar das férias de Natal. Eu digo-lhe sempre: “Quando fores mais velho e passares todos os exames terás umas boas férias.” José Maria López Collantes, 21 anos, Salamanca, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 14   – direitos da criança

Marta Calé - desafio 14

Todos os dias chego a casa cansada e ainda tenho de estudar e fazer os tpc! Conhecendo os meus direitos de criança, decidi tentar a minha sorte e ligar à diretora da escola: ― Estou, é a Srª diretora? Chamo-me Marta e tenho 11 anos. Queria-lhe pedir, por favor, que falasse com os professores para que eles não mandassem tantos tpcs para podermos brincar. Porque, afinal, nós ainda somos umas crianças e temos todo o direito de brincar. Marta Calé , 6A, 11 anos, Olhão, EB23 Prof Paula Nogueira, prof Cândida Vieira Escritiva nº 14   – direitos da criança

Rafael Almeida - desafio 14

Eu sempre achei que nunca era ouvido quando queria mais comida, diversão ou cuecas (porquê cuecas?). Então decidi criar o dia da cue..., digo criança com valor e nesse dia eu e outras crianças decidimos que as nossas mães (e pais) tinham de nos ouvir o dia todo (menos nas aulas) e... (já chega de parêntesis)! Bem, não deu certo e apanhei nas orelhas por ter ignorado os meus pais! Nem tudo corre certo e assim terminou. Rafael Almeida , 6A, 11 anos, Olhão, EB23 Prof Paula Nogueira, prof Cândida Vieira Escritiva nº 14   – direitos da criança

Maria del Mar Moraga - desafio 14

Hoje estou muito aborrecida com os meus pais: não me deixam brincar no pátio porque eles dizem que fora está frio, mas eu jamais tenho frio porque começo a correr atrás da bola e não tenho frio. Gostaria do poder fazer tudo quanto eu quisesse, mas eles gostam de mandar-me arrumar a casa. Hoje encontrei um livro que falava das crianças e, embora não saiba ler muito bem, descobri que as crianças têm o direito a brincar. María del Mar González Moraga, 20 anos, Zamora, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 14   – direitos da criança

Irene Canduela Pérez - desafio 14

Os parques têm a fabulosa peculiaridade de serem de erva e terra. Outra grande peculiaridade a destacar é que a chuva molha e quando o que molha é o parque tende a fazer uma massa com a terra, à qual as nossas mães pensam que somos imunes quando vimos do parque para jogar e se zangam muitíssimo porque têm que lavar e esfregar a roupa suja. As crianças também têm direito a sujar-se enquanto for para desfrutar. Irene Canduela Pérez, 23 anos, Santander Cantabria, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 14   – direitos da criança

Henrique Orge - desafio 14

Na véspera do Dia da Criança, Pedro estava a pensar: se é Dia da Criança porque é que eu que sou criança não posso exigir alguma coisa? Então no dia seguinte viu na televisão o seguinte anúncio: “Crianças, se estão a ver este anúncio digam criança três vezes para desejarem alguma coisa que queiram.” E o Pedro, claro que disse, e desejou ter uma fatia de pizza que ao dar uma dentada ela voltasse a ficar inteira. Henrique Orge , 6ºA, 11 anos, Olhão, EB23 Prof Paula Nogueira, prof Cândida Vieira Escritiva nº 14   – direitos da criança

Rocío Antonio Núñez - desafio 14

“Querido Pai Natal:  Sou a Nádia, tenho cinco anos e nem a polícia nem o governo atende às minhas queixas. É por isso que reclamo os meus direitos nesta carta: Um: a comida é uma necessidade. Dois: são necessárias oito refeições: pré-pequeno almoço, pequeno almoço, pré-almoço, almoço, pré-lanche, lanche, pré-jantar e jantar. Três: é indispensável que as crianças comam doces. Quatro: menos frutas e legumes, por favor! E cinco: não queremos beber mais leite! Obrigado pela atenção.”                        Rocío Antonio Núñez, 19 anos, Salamanca, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 14   – direitos da criança

Carlota Lopes - desafio 14

Hoje vou saltar, vou correr e vou pular. Quero jogar ao macaquinho do chinês. Hoje não vou estudar francês. Apetece-me brincar às escondidas, no jardim das margaridas. Também posso jogar à bola, com os meus amigos da escola. Não me apetece ver televisão, prefiro cantar uma canção. Podia ir para casa ler, mas prefiro guardar isso para quando chover. Também gosto muito de estudar mas hoje prefiro ir dançar. Porque todas as crianças têm direito a brincar. Carlota Lopes , 6ºA, 11 anos, Olhão, EB23 Prof Paula Nogueira, prof Cândida Vieira Escritiva nº 14   – direitos da criança

Lara Polónio Gil - desafio 14

Os T.P.C. ocupam muito tempo! Passo o dia inteiro na escola, chego a casa de noite, tenho que rever a matéria que os professores dão e, às vezes, tenho que estudar o dobro por causa dos testes. Não tenho tempo de brincar, nem de passar tempo com a minha família! Todas as crianças têm o direito de terem tempo livre! Sou a Lara tenho 11 anos e peço aos professores: ― Professores, por favor, menos T.P.C.!!! Pode ser??? Lara Polónio Gil , 6ºA, 11 anos, Olhão, EB23 Prof Paula Nogueira, prof Cândida Vieira Escritiva nº 14   – direitos da criança

Johana Brotons - desafio 14

Conhecia perfeitamente os seus direitos e, apesar da idade, ninguém a conseguia convencer de que não podia comer hamburger quantas vezes quisesse. Então quanto ela passou pelo Mc Donalds ela berrou, porque queria comer um hamburger, mas a sua mãe não a deixava. Por isso é que, numa noite, ela resolveu ir sozinha ao Mc Donalds. Mesmo morando ao lado, ela foi apanhada pelo seu pai e ela brigou: ― TENHO TODO O DIREITO DE COMER UM HAMBURGER… Johana Brotons , 6A, 12 anos, Olhão, EB23 Prof Paula Nogueira, prof Cândida Vieira Escritiva nº 14   – direitos da criança