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A mostrar mensagens com a etiqueta desafio nº 13

Margarida Fonseca Santos - desafio 13

Sempre me perdi. Nas estradas, centros comerciais, dentro de edifícios… Sou honrosamente habilitada em perder-me . Contudo, casei com um homem muito orientado, dá sempre jeito. Telefono-lhe, oiço «perdeste-te, foi?», e lá me ajuda. A primeira pergunta é sempre: ― De que lado está o sol? Nervos! Um dia, quando me atendeu, disse-lhe: ― Estou virada para Norte, tenho o sol do lado direito. Gargalhada sonora. ― É de tarde! Isso quer dizer que estás virada para Sul! Novo recorde, não? Margarida Fonseca Santos , 56 anos, Lisboa Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Susana Santos - desafio 13

O maior recorde pessoal foi, indubitavelmente, deixar de fumar, sendo motivo de orgulho. É extremamente complexo superar um vício, mas se existir força de vontade não carecemos sequer de auxílio médico. Necessitamos somente de encontrar dentro de nós estratégias motivacionais eficazes. Eu pensei que venceria quem duvidava de mim; o dinheiro gasto em tabaco poderia ser utilizado em fins construtivos. Além disso, desta forma, pouparia a saúde, acompanhando com maior qualidade de vida as pessoas que amo. Susana Sofia Miranda Santos , 38 anos, Porto Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Henrique Orge - desafio 13

Tive de passar por muito para conseguir alcançar os meus objetivos! Bati vários recordes regionais, individualmente como Benjamin e Infantil, e coletivamente no atletismo, como por exemplo: 1º Benjamin campeonato regional de Vortex, por duas vezes individualmente, 3º lançamento do peso, 2º classificado, por duas vezes, 4×50 metros campeonato regional Benjamins coletivamente. E como infantil, campeão regional de dardo e 3º na estafeta de 4×60 metros. Custou muito mas com muito esforço consegui alcançar os meus objetivos. Henrique Orge , 6ºA, 11 anos, Olhão, EB23 Prof Paula Nogueira, prof Cândida Vieira Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Domingos Correia - desafio 13

A maior pescaria de sempre Saí às cinco da madrugada. Mochila às costas, cana na mão, lá vou eu, debaixo de chuva, pelas entranhas da escuridão. Avisto um pesqueiro fervilhante. Apresso-me. Preparo a cana, faço um lançamento… ei… grande puxão… peixe graúdo… lutava como um herói, como quem não queria revelar segredos… meus olhos brilhavam, meu corpo tremia… Quando, finalmente, deu à costa, fiquei pasmado, incrédulo… era um grande peixe, sim…   mas de ouro reluzente!!! Talvez peça perdida dum naufrágio do passado.  Domingos Correia, 59 anos, Amarante Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Pilar Peñalver - desafio 13

Era uma sexta-feira e nós íamos para casa porque eram férias. A minha amiga apanhava o autocarro às 12 da manhã. Às onze e meia fui acordá-la e ela não acreditava, saímos da residência e ela apanhou um táxi, mas quando me apercebi tinha o bilhete dela nas minhas mãos. Tive que sair a correr como se não houvesse manhã, muito acelerada, mas como não ia chegar a tempo assim que tive mesmo que apanhar um táxi. Pilar Peñalver, Salamanca, 19 anos, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Teresa Flores Palacios - desafio 13

No outro dia fui comprar uns cordões para fazer uma pulseira para o meu namorado. O problema é que saí da casa uma hora antes, pensava ter tempo suficiente, mas afinal não tive. Passei pela rua comercial e comecei a ver roupa para mim e quando me apercebi, faltavam apenas dez minutos para que fechassem a loja onde vendiam cordões. Comecei a correr e por sorte o homem, tão amável, atendeu-me ainda que estivesse mesmo a fechar. Teresa Flores Palacios, Salamanca, 21 anos, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Irene Canduela Pérez - desafio 13

Odiava as aulas de ginástica. Tínhamos que correr 20 minutos todos os dias antes de começar e eu pensava: “para que raio me serve isto?” Pois bem, uma tarde ia com minha mãe e tínhamos que apanhar o último autocarro que passava por ali nesse dia. De repente, vi que se aproximava e nós estávamos do outro lado da rua. Saímos correndo atrás do autocarro, e foi nesse momento que as aulas de ginástica fizeram ganharam sentido. Irene Canduela Pérez , 23 anos, Santander, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Bruna Gomes - desafio 13

– É melhor teres cuidado com a tua professora de português! Porque, se for como a minha, consegue ler-te! Sim, ler-te, literalmente. Lê-te os olhos, as palavras que não dizes. A ti e a toda a gente. – Como?!!! – Sinceramente, também não sei. Deve ser uma magia qualquer de outro mundo. Mas, com aqueles poderes, também não me atrevo a confrontá-la. É melhor pores-te em alerta vermelho. Não acreditas? Depois não digas que não te avisei! Elas são perigosas!!! Bruna Gomes , 13 anos, Arrifana, Santa Maria da Feira, prof Ana Paula Oliveira Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Maria del Mar - Moraga - desafio 13

No dia da competição, não podia suportar todos os nervos que tinha sofrido durante semanas. Encontrei coragem para sair da cama apenas 1 hora antes de começar o jogo. Foi o jogo mais importante da temporada e eu era a melhor jogadora. Quando faltavam 5 minutos para terminar, magoei-me no joelho, mas continuei jogando e marquei o triplo que nos deu a vitória. Depois do jogo, o médico disse-me que eu tinha jogado com o joelho partido! María del Mar González Moraga , 19 anos, Zamora, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Cristina Isabel Martínez - desafio 13

Tinha três semanas para estudar para o exame, mas achei que era muito tempo. Resolvi descansar dois dias e estudar o resto, mas os números mudaram. Cada dia dizia a mim mesma: “amanha͂ começo a sério”. Os dias passavam e o estudo avançava ao mesmo ritmo que a gente que tem de pedir licença a uma perna para mexer a outra. Finalmente, tive de ultrapassar o meu próprio recorde: estudei tudo no dia anterior, a correr. Consegui! Cristina Isabel de Miguel Martínez, 21 anos, León, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Rocío Antonio Núñez - desafio 13

“Amanhã tenho um teste, tenho que estudar”. Estas foram algumas das palavras que repeti no dia anterior. O teste era às nove horas e como eu sou a pessoa mais preguiçosa do mundo, adormeci! Esqueci-me de pôr o despertador! Vesti-me e tomei o pequeno-almoço a uma velocidade tão rápida a que nem os carros de corrida vão. Pela rua desviei pessoas, saltei sobre carrinhos de compras... Mas cheguei a tempo para o teste, sim, pedindo desculpas antes! Rocío Antonio Núñez, 19 anos, Salamanca, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Maria Martín-Luquero Rodríguez - desafio 13

No ano passado eu estive a estudar numa cidade inglesa com o programa Erasmus. Na época de exames, tive de preparar um “essay” de 6000 palavras que representava 100% da nota final. Quando estava quase a enviá-lo pela Internet, dei-me conta que tinha de imprimi-lo e entregá-lo em mão na universidade. O prazo terminava em apenas 30 minutos. E entrei em pânico. No entanto, corri. Não, não corri: VOEI. E desde esse dia acredito mesmo em milagres. María Martín-Luquero Rodríguez, 20 anos, Salamanca, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Christopher Hudson - desafio 13

Já estava atrasado para o trem depois de um dia passeando pelas ruas de Paris com minha namorada, agora minha ex-namorada. Tinha mais ou menos 30 minutos, não muito tempo. No entanto percebi que estava em apuros quando vi que não havia maneira de chegar lá de metro. Peguei um táxi e disse ‘Conduza! O mais rapidamente possível!’ O táxi me deixou em frente da estação, corri e embarquei com um enorme minuto livre! Quão perto! Christopher Hudson, 21 anos, Salamanca, prof Paula Pessanha Isidoro   Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Teresa Varatojo - desafio 13

Eu sou o meu recorde pessoal! Por me levantar todos os dias com energia para desenhar um dia novo na minha vida! Por ter amigos em que a estima recíproca é tão rica e manifesta que é, ela mesma, um recorde de partilha de afectos e de emoções. Por ter   ouvido hoje, inúmeras vezes, em voz de dor e revolta: "Já viste  aquilo  na Síria???!!!" O meu recorde sou eu, pelo  espanto  de gente que me rodeia. Teresa Varatojo , 67 anos, Lisboa Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Raquel Fidalgo Rodríguez - desafio 13

Sou uma especialista em perder tempo. Também sou muito eficiente a recuperá-lo. Tanto faz se madrugo ou se aproveito para dormir um pouquinho, um pouco mais e mais na minha cama. Seja como for, no momento de chamar o elevador o relógio diz sempre a mesma coisa: “vais chegar atrasada”. Mas não há nada com que se preocupar! Desenvolvi um movimento de pés que poderia ter sido a inveja dos acessórios do Inspector Engenhocas: eu quase voo! Raquel Fidalgo Rodríguez,   27 anos, Salamanca , prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Mª Ángeles Iglesias - desafio 13

Gosto muito de fazer running; às vezes participo nalguma corrida popular, mas sempre quando a finalidade é por uma boa causa e com organizações sem fins lucrativos. A minha última participação foi no dia 2 de outubro, a favor duma associação salmantina de pessoas com incapacidade intelectual. O percurso foi pelo centro histórico da cidade e com uma distância de dez km. O meu objetivo era chegar à meta. E consegui-o. Além disso, cheguei muito bem acompanhada. Mª Ángeles Gil Iglesias , 58 anos, Salamanca, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Luis Zambrano Cuesta - desafio 13

Nesse dia, tinha feito muitas tarefas tediosas... Saí das aulas mais tarde do que o normal, mas ainda tinha de apanhar o autocarro para chegar a casa. O caminho até à paragem foi mais comprido do que o normal: quando estava longe, o meu autocarro apareceu, tive de correr muito para poder apanhá-lo...  Finalmente cheguei ao autocarro e, enquanto toda a gente me olhava, caí.  Não ganhei nada, mas podia ter ganhado um prémio ao maior ridículo... Luis Zambrano Cuesta, 19 anos, Salamanca, Espanha, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Ignacio Fernández González - desafio13

Um domingo qualquer eu decidi fazer desporto. Primeiro pensei ir ao ginásio, mas no domingo estão fechados. Então eu saí para fazer footing durante uma hora, depois eu fui jogar futebol com os meus amigos. De tarde, fui jogar padel com os vizinhos da urbanização. De noite, eu estava muito contente e só um bocadinho cansado por todo o desporto que tinha feito. Por isso, quando estava no duche eu comecei a gritar: o desporto é magnífico. Ignacio Fernández González , 21 anos, Salamanca, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

Camila Martínez - desafio 13

Porque são as mães tão cruéis quando se trata do tempo livre? Após um ano na universidade, eu queria ficar deitada no sofá sem levantar um só dedo. De repente, a fechadura da porta soou e ouvi a minha mãe. Lembrei-me que ela me tinha pedido para limpar a cozinha! Corri para arrumar as coisas e molhar um pouco os pratos para parecerem limpos. Sentei-me dissimulando, mas ainda agitada. Ela não demorou muito a descobrir a mentira. Camila Martínez, 20 anos, Ciudade do Mexico, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais

José Maria Collantes - desafio 13

O recorde pessoal que melhor recordo foi quando consegui tirar a carta de condução. Não pelo facto em si, que é importante e que é recente, dois anos mais ou menos, mas sim por uma questão de orgulho pessoal, já que reprovei quatro vezes seguidas e aprovei na quinta vez que fiz o exame. Chamem-me um “bocadinho” desajeitado, mas não acho que tenha sido por isso, mas sim pelo azar que tive em cada um dos exames. José María López Collantes, 21 anos, Salmanca, prof Paula Pessanha Isidoro Escritiva nº 13   – recordes pessoais