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Mensagens

Helen Mann e Sarah Rodríguez Vasconcelos - desafio 37

O Óscar pica todos os dias o ponto no trabalho, às 7 em ponto. Depois, ele encontra-se com os amigos no ponto de encontro para jogar basquetebol. A equipa dele marca muitos pontos. Um dia, ao jogar basquetebol, caiu e teve de ir ao hospital para levar pontos. Enquanto recuperava na cama, fazia ponto de cruz, com a mãe a ensinar-lhe. Estava muito preocupado porque tinha de fazer um ponto no qual precisava de ter 50 pontos. Helen Mann, 20 anos, Bristol Sarah Rodríguez Vasconcelos, 22 anos, Cabezón de la Sal Escritiva nº 37  - Dia Europeu das Línguas

Lucía Morante Parada e Aythami Miranda Moreno - desafio 37

João e Sara, seu ponto de apoio, decidiram assistir ao jogo de basquetebol, porque o que mais gostavam era ver a sua equipa favorita marcar tantos pontos como estrelas há no céu. Combinaram num ponto de encontro, mas ele teve algumas complicações, pois não pôde picar o ponto antes da hora no trabalho, o que o pôs no ponto de mira do chefe. Por isto, chegaram de ponto em branco ao jogo, e perderam o primeiro quarto. Lucía Morante Parada, 1 anos, Salamanca Aythami Miranda Moreno, 25 anos, Salamanca Escritiva nº 37  - Dia Europeu das Línguas

Laura Cerezo García - desafio 37

Hoje decidi combinar com os meus amigos no ponto de encontro para jogar futebol. Durante o jogo, as duas equipas iam marcando pontos, mas de repente, um jogador chocou com outro e ficou ferido. Decidimos ir até ao hospital e no caminho encontramo-nos com um ponto de interseção, abrimos o Google Maps para procurar o ponto exato do hospital, chegamos e descobrimos que o meu amigo precisava de pontos de sutura. Ficamos toda a tarde no hospital. Laura Cerezo García, Salamanca Escritiva nº 37  - Dia Europeu das Línguas

Julie Vieira - desafio 37

Hoje decidi combinar com os meus amigos no ponto de encontro para jogar futebol no estádio. Durante o jogo, as equipas foram marcando pontos, mas de repente um jogador chocou com outro e ficou ferido. Decidimos ir até ao hospital. No caminho encontramo-nos com um ponto de intersecção, abrimos o Google Maps para procurar o ponto exacto do hospital. Chegamos lá e descobrimos que o meu amigo precisava de pontos de sutura na orelha. Que Bagunça! Julie Vieira, 19 anhos, Salamanca Escritiva nº 37  - Dia Europeu das Línguas

Esther Crespo López - desafio 37

Naquele dia, pusemos ponto final ao ano escolar com um ponto cuja nota foi tão boa que para celebrá-lo convidei os meus amigos para vermos um jogo da NBA. O ponto de encontro era na minha casa; a minha mãe, que fazia ponto na sala, olhou para nós com cara de ponto de exclamação. Começou o jogo e quando a nossa equipa ia marcar um ponto o monitor encheu-se de pontos e os nossos olhos de lágrimas! Esther Crespo López, Salamanca Escritiva nº 37  - Dia Europeu das Línguas

Elvira Estévez e Marcos Montes - desafio 37

Combinei com os meus amigos na porta do museu como ponto de encontro, mas eles não sabiam como chegar, pelo que lhes enviei o ponto de localização. Quando chegaram, estávamos na sala do ponto de partida, e como não sabíamos aonde ir, perguntamos a uma guia que estava a fazer ponto de cruz. Finalmente, chegámos a uma sala onde estava o quadro que queríamos ver, mas para nossa desilusão, o quadro estava tão pixelado que só víamos pontos Elvira Estévez (19 anos) e Marcos Montes (19 anos), Salamanca Escritiva nº 37  - Dia Europeu das Línguas

Daniel Allende Casares - desafio 37

Começava o Mundial de futebol. O ponto importante é que era o primeiro torneio que contava com VAR. Nós, a selecção da Polónia, tínhamos criado muitas ilusões de chegar longe neste torneio. Tínhamos a certeza de que somente perderíamos pontos contra a Colômbia, o nosso rival mais forte do grupo. Então, tínhamos calculado que precisávamos de seis pontos para nos qualificarmos para a fase seguinte. Infelizmente perdemos os dois primeiros jogos e tivemos de conformar-nos com apenas três pontos. Daniel Allende Casares, 23 anos, Salamanca Escritiva nº 37  - Dia Europeu das Línguas