Estava num passeio com o meu cão. Encontramos um lago
onde os cães podiam meter-se e brincar na água. Eu tirei o brinquedo do meu cão
para que ele fosse apanhá-lo. Ele correu, mas perdeu a pista de onde tinha
caído o seu brinquedo. Eu tive de tirar as minhas peúgas e entrar na água para
ajudá-lo na busca do brinquedo. Quando o encontramos ele estava tão contente
que começou a chapinhar na água e encharcou-me toda!
Todos os dias salto para o mesmo assento suado, do lado da janela, ainda aquecido pelo passageiro anterior. Dá sorte... Se me sentar aí o meu dia decorre sem grandes peripécias. Por vezes uma coisita ou outra... mas nada de grave. E, ao fim do dia... puf... caio de novo no meu assento. Mas hoje, o meu lugar estava ocupado e o caminho errado. Foi quando gritei: ― O senhor enganou-se! Que percebi que a enganada era eu. Francisca Reis , 17 anos, Cantanhede Escritiva n º 31 ― erros nos transportes
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