Na última quinta-feira de setembro eu e os meus amigos
fomos a uma aldeia do sul, pequena mas bela. Mais tarde chegou outro amigo,
este amigo tem umas ideias bastante loucas. Ele tinha uma namorada dessa aldeia
e propôs-nos ir a casa da sua namorada, ascender pela varanda e por último
pendurar uma rosa vermelha. Fizemos tudo isso, mas o pai da sua namorada
viu-nos. Saímos correndo enquanto nos riamos sem parar, até ter dor da barriga.
Todos os dias salto para o mesmo assento suado, do lado da janela, ainda aquecido pelo passageiro anterior. Dá sorte... Se me sentar aí o meu dia decorre sem grandes peripécias. Por vezes uma coisita ou outra... mas nada de grave. E, ao fim do dia... puf... caio de novo no meu assento. Mas hoje, o meu lugar estava ocupado e o caminho errado. Foi quando gritei: ― O senhor enganou-se! Que percebi que a enganada era eu. Francisca Reis , 17 anos, Cantanhede Escritiva n º 31 ― erros nos transportes
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